»
8980 notes
reblog
“Acho uma delicia
quando você esquece
seus olhos em cima dos meus,
ou quando sua risada
se confunde com a minha.”
Chico Buarque   (via walevola)
17709 notes
reblog
6152 notes
reblog
“Vive menina. Vive. Porque o tempo cura, e traz pra vida da gente um motivo maior pra seguir.”
Amanda Mello.  (via invernaveis)
67301 notes
reblog
“Não existe sensação pior que se sentir um estranho em sua própria vida.”
Marcos Filipe  (via invernaveis)
11976 notes
reblog
1038 notes
reblog
140 notes
reblog
32630 notes
reblog
“É um mundo solitário, de pessoas assustadas.”
Charles Bukowski. (via alentador)
2714 notes
reblog
#cinzentos  
“Você sabe, você conhece. Você sabe que eu não consigo escrever nada quando tenho só uma caixa de grafites ou uma caneta azul. Você sabe que eu preciso sempre de reservas, porque minha parábola nunca começa do zero. Você sabe que eu não consigo estudar sem que eu tenha dois marca-textos, você sabe que eu não consigo ler caso eu tenha só um único livro. Eu tenho manias, tenho segredos, tenho besteiras, mas tenho medo. Tenho medo, tenho casos e mais casos. Talvez o mundo não tenha me criado… Não tenha me matado o suficiente. A agonia se despedaça em cada sopro da minha respiração, e você sabe. Você conhece e ama a minha vontade de viver, mas se hoje eu estou aqui, é porque carrego em mim a vida que ninguém quis. O meu peito é um Frankestein mal feito e medroso, que quer morrer da forma que ninguém nunca morreu. E acaba morrendo afogado, suicidado, morre na mesa de cirurgia, morre eletrocutado, clichê demais. O que eu tenho pra te dar são pelos de barba encravados. Um crescimento sem graça, quase imperceptível. Talvez eu te decepcione, como te decepcionei naquele dia, naquela noite, naquele primeiro desperdício de amor, naquela primeira raiva. É, talvez o mundo não tenha me criado. Mas o que importa é que eu criei o mundo. O mundo em arte, misericórdia e autopiedade. O mundo murado onde não existem baleias, um mundo não escrito tão batido que não venderia a metade dos exemplares. Você suporta o peso do meu fracasso, enquanto eu costuro de novo a minha solidão. Eu te ofereço não mais que a mim. O menino. O teu garoto. Eu sou a pessoa em destruição. A flor de Hiroshima… Se você conhecer meus escombros, devolva. Devolva as fotos e me entregue à morte mais próxima. Esqueça do amor, como eu esqueço, brevemente, que te amo. Que me amo. Que amei. É porque o abandono é um medo que eu não consigo superar. Pessoas são excedentes que eu nunca quis manter, são caixas de grafite que enojam o papel, são toneladas de marca-textos que não marcam. São tudo e são nada. Eu sei que viver é uma mal criação, porque o mundo não me criou. Mas eu insisto, eu sangro, eu mantenho o monstro vivo… Eu alimento a minha dor por pena. Ou melhor, com pena. Parece algo tão frágil e inofensivo, tão prazeroso no início… É, a sensação de ter o estojo cheio é muito boa. Mas o que vem depois é o desinteresse. O peito de Frankstein bate novamente. Ele bate, e você sabe. Ele bate tanto que parece um espancamento. Então devolva as fotos, por favor. Devolva, denuncie, condene, porque você tem a única mão que me aponta. É a testemunha do meu crime, do medo eterno. Medo da fuga e da solidão. Eu vejo por entre as brechas do mundo, aquele mundo que não me criou, histórias que já foram minhas. Aliás, o mundo me criou sim. O mundo só não me criou foi pra isso. O mundo não me criou pra ficar sentado esperando que caixas de grafite caiam do céu. O mundo não me criou pra fazer analogias, pra gostar de poesia, pra ser esquecido assim, desse jeito torto, desse jeito forçado. O mundo não me criou pra virar palavra, porque palavra é eterna, e eu.. Não nasci, não cresci, não mereço virar eterno. Quando a carne acabar, todos vocês verão os ossos atrofiados e o peso da alma que nunca existiu. E não quero ser eterno. Vai chegar um ponto em que o Frankestein precisará de descanso, de sossego. Virar pó e esquecimento. E o mundo não me criou para destruir os próximos mundos com esse melancolia atrasada, aguda e sem sentido. Você sabe. Você conhece. Desculpa, mãe. Estou só.”
Cinzentos. (via adesejar)
27788 notes
reblog
4680 notes
reblog
11253 notes
reblog
23781 notes
reblog
“Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.”
Friedrich Nietzsche. (via segredou)
THEME